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sábado, 31 de dezembro de 2016
terça-feira, 23 de dezembro de 2014
FELIZ NATAL!
UM NATAL REPLETO DE AMOR, SAÚDE E ALEGRIAS!
Algo por Eles Neste Natal
Compadece-te de todos aqueles que não podem ou não sabem esperar. Estão eles em toda parte...
Quase sempre são vítimas da inquietação e do medo. Observa quantos já transpuseram as linhas da própria segurança.
São casais que não se toleram nas primeiras rusgas do matrimônio e desfazem a união em que se compromissaram, abraçando riscos pelos quais, em muitas circunstâncias, cedo se encaminham para sofrimento maior;
são mães que rejeitam os filhos que carregam no seio, entregando-se à prática do aborto, recusando a presença de criaturas que se lhes fariam instrumentos de redenção e reconforto no futuro, caindo, às vezes, em largas faixas de doença ou desequilíbrio;
são homens que repelem os problemas inerentes às tarefas que lhes dizem respeito, escapando para situações duvidosas, sob a alegação de que procuram distração e repouso, quando apenas estão dilapidando a estabilidade das obras que, mais tarde, lhes propiciariam refazimento e descanso;
são amigos doentes ou desesperados que se rebelam contra os supostos desgostos da vida e se inclinam para o suicídio, destruindo os recursos e oportunidades que transportariam para a conquista da vitória e da paz em si mesmos;
são jovens, famintos de liberdade e prazer que, impedidos naturalmente do acesso a satisfações imediatas, se engolfam no abuso dos alucinógenos, estragando as faculdades com que o tempo os auxiliaria na construção da felicidade porvindoura.
Neste NATAL, façamos algo por eles, os nossos irmãos que ignoram ou que não querem aceitar os benefícios da serenidade e da esperança.
Pronuncia algumas frases de otimismo e encorajamento; escreve algum bilhete que os reanime para a bênção de viver e servir; estende simpatia em algum gesto espontâneo de gentileza; repete consideração e concurso amigo nos diálogos que colaborem na sustentação da paz e da solidariedade.
Não te declares sem possibilidade de contribuir, nem digas que tens todas as tuas horas repletas de encargos e serviços dos quais não te podes distanciar.
Faze algo, no soerguimento do bem.
Nas realizações da fraternidade, quem ama faz o tempo.
XAVIER, Francisco Cândido. Deus Aguarda. Pelo Espírito Meimei. GEEM.
sábado, 6 de agosto de 2011
Se a enfermidade aparecer ...
1 - Encarem-na como um alerta ou advertência ou ainda como conseqüência
do passado que exige reajuste pra voltarem ao equilíbrio..
2- Não compliquem mais a
situação com tristeza e desânimo, revolta e agressividade.
3- Busquem na medicina e nos
recursos espirituais o alivio possível e, quem sabe, até mesmo a cura.
O ser humano ainda não percebe,
infelizmente, quais são as conseqüências da falta de vigilância dos seus
pensamentos, em relação à saúde do corpo e do espírito. Como é importante estar
o pensamento em coisas boas, para que a disposição mental acerca do equilíbrio
orgânico seja essencial não só para o combate da enfermidade, mas para que os
próprios remédios, químicos ou não, encontrem campo adequado para produzirem
seus efeitos.
O que acontece é que, os levianos de todas as horas, vivem como se nunca
estivessem doentes e, quando descobrem a enfermidade, escolhem morrerem antes
mesmo de lutarem contra ela.
Dentro desse ambiente, a medicina perde todos os seus recursos já que as
pessoas acabam se condenando apesar de tudo o que pode ser feito a seu
favor.
Quando se abatem, quando se desesperam, quando não imaginam coisas boas
a sua volta, continuam no caminho do auto-envenenamento, destruindo as células
boas, danificando os tecidos saudáveis e piorando seu estado geral.
Pensam que DEUS esquece seus filhos, quando começam a aparecerem os
tumores, doenças e dores. Isso tudo não pode ser presente de
DEUS aos filhos que ELE ama.
As doenças são frutos de suas escolhas, mas apesar disso, como Pai
amoroso, DEUS inspira seus filhos para que se entre ajudem, para que se amparem
mutuamente, que se demonstrem sinceramente religiosos, empenhados em fazer o
bem em qualquer terreno do amor ao próximo. Com essas atitudes e o pensamento
elevado em prece, a “AFETOTERAPIA” dará mais pureza aos fluídos, produzindo
melhora nas suas forças e aumentando as defesas de seu organismo, e o
tratamento reagirá com muito mais rapidez.
O pensamento elevado, a prece e a caridade são REMÉDIOS DE ESPERANÇA, pois
o MAL sempre teve pavor do BEM.
“A prece, que é um pensamento,
quando fervorosa, ardente, feita com fé, produz o efeito de uma magnetização,
não só chamando o concurso dos bons espíritos, mas dirigindo ao doente uma
salutar corrente fluídica.” (Allan Kardec)
“A oração da Fé salvará o enfermo” (Tiago 5, 15)
“Somos médicos de nós mesmos, façamos o que de nós depende para
melhorarmos as nossas condições atuais.”
Referências
(1) “Esculpindo o Próprio Destino”, André Luiz Ruiz, pelo espírito
Lucius
(2) “Mediunidade”, Terezinha Oliveira
terça-feira, 21 de junho de 2011
A importância do Evangelho no Lar.
Embora nós não tenhamos a mínima idéia do preparo que
é efetuado pelo plano espiritual nas inúmeras tarefas de harmonizar o ambiente,
trabalhadores se incubem de monitorar a qualidade de ar atmosférico ionizando
todos os cômodos da residência para garantir o grau de pureza necessária. Ao
mesmo tempo, inúmeros trabalhadores preparam o ambiente invisível que
corresponde ao espaço em volta do lar, isolando com faixas luminosas, áreas destinadas
às entidades que serão trazidas pelos seus mentores para ouvirem a leitura e os
comentários do evangelho no lar. Outros grupos de espíritos montam guarda ao
redor da residência, para impedir que espíritos perturbadores compareçam a
reunião criando embaraços múltiplos. Esses espíritos perturbadores, obsessores,
ou que possuem afinidades com os participantes, desistem de entrar porque a
diferença vibratória é imensa, eles preferem manter-se afastados na rua a se
aventurarem na perseguição lar adentro. Não devemos pensar que não temos
preparo para fazer o evangelho no nosso lar por falta de conhecimento nosso ou
de outros membros da família, ainda que a maioria dos familiares não encontre
tempo ou não tenha disposição para participar da oração em família. Todas as
entidades que nos assistem cooperam para que as vibrações das orações passem a
ser sentidas pelos integrantes do lar. Não fazemos idéia de como isso é
benéfico. Para termos idéia de um lar normal, o qual passa pelos mesmos
problemas que cada um de nós temos, vamos ler um trecho do capítulo 16 – “A
Preparação para o Evangelho em Família”, do livro “Despedindo-se da Terra”, de André
Luiz Ruiz, pelo Espírito “Lucius.”
“Entretanto,
o lar de Olívia não era um ambiente especial, diferente de qualquer lar
terreno, ou isento dos problemas normais de qualquer família. Era uma casa que,
em nada, se diferenciava das milhares de moradias que existem, a não ser pelo
interesse que demonstravam alguns de seus membros pela elevação de pensamentos
e sentimentos através da boa conduta, da palavra compassiva e da oração
sincera. No entanto, no rol dos problemas comuns, encontrávamos os mesmos
cenários de outros tantos grupos familiares.
João, seu
marido, era um homem pouco sensível para certas coisas, ainda que se
apresentasse como um bom pai de família. Não entendia das coisas espirituais e
se mantinha ligado a Deus à sua maneira, sem acreditar piamente nem descrer de
forma sistemática. Quando sua saúde periclitava ou seus problemas materiais se
tornavam maiores, recorria às orações como forma de encontrar um amparo
naqueles desafios que o fustigavam. No entanto, quando tudo ia bem, muitas
vezes deixava de participar para se dedicar à partida de futebol que se
costumava transmitir naqueles dias e horários ou ao noticiário sobre as
tragédias e os problemas do dia. Para isso, dirigia-se ao seu quarto, onde se
mantinha fechado, deixando o ambiente da copa disponível para a realização da
oração coletiva.
Gláucia, a filha
mais velha do casal, de longe era a mais íntima colaboradora de sua mãe, com
suas orações e ideais, já que desde jovem aprendera os mais belos conceitos
espirituais nas palavras pacientes de sua genitora, inclusive nas piores crises
que enfrentara, quando encontrara serenidade graças às orientações sábias de
seus conselhos maternais.
Luiz era o
irmão mais novo, segundo e último filho do casal Olívia e João. Era um rapaz
agitado, na efervescência da vida, e cheio de aventuras na cabeça.
Assim, com
exceção de Gláucia e Olívia, os dois outros integrantes do ambiente familiar
eram homens pouco ligados às questões do Espírito e às transformações
indispensáveis para a manutenção do equilíbrio doméstico.”
Bem, como vimos, são os mesmos problemas que muitos de
nós passamos. A lei é justa e sábia, todos aqueles que se mantém em elevação de
pensamento e sentimento e não ingressam nas ondas de vibrações inferiores, são
salvaguardas do lar. O simples ato de
orar em família é benéfico ao equilíbrio do lar. Agora imaginem quando deixamos
de fazer o Evangelho no Lar, por esquecimento ou preguiça, o quanto nós
dificultamos à assistência aos nossos irmãozinhos que estariam aprendendo
conosco, e o tempo desperdiçado dos nossos irmãos no preparo do lar para o
evangelho. Ah! Infelizmente o quanto ainda nós dificultamos os trabalhos do
Plano Espiritual Superior.
“O Mal atua dentro do
espaço de manobra que os encarnados e desencarnados, igualmente invigilantes,
lhes concedem.”
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